Arquivo de Fevereiro, 2008
Posted in Uncategorized on Fevereiro 29, 2008 by Demienn
Reflexão
Posted in pensamento on Fevereiro 29, 2008 by DemiennUma alma pode ouvir iluminada as terras, se ela sondar em tentativas infindas, a luz que lhe habita.
Ana Flávia
Verão Noturno
Posted in interior on Fevereiro 29, 2008 by DemiennMinha consciência é uma em todas as almas que tive.
Almas únicas em caráter severo a amar a vida, esta, existir infinda.
Sou das terras único ser, por meu verão ter amado contínuo, o anoitecer.
Reflexão
Posted in pensamento on Fevereiro 28, 2008 by DemiennEm todo ardor juvenil vivido com a castidade de seu brilho, há que, no futuro, este se transformar num adorno de Bronze na coroa, dum outono de brando mormaço.
Ana F.
Piche
Posted in interior on Fevereiro 28, 2008 by DemiennCantei a sorte e ela me veio em negro vestido.
Perguntou-me se sabia quem ela era e deu de costas voando piche.
Segui-a em lágrimas diabólicas como uma criança rodeada de demônios.
Não escorreguei em sua lama mas em fúria, despi-a com medo interminável.
Não a reencontrei jamais.
Compreendi entanto, no negro bendito luzir de minhas reflexões, ser ela um grande Anjo, perto de minhas inspirações.
Ana F. Demienn
Reflexão
Posted in pensamento on Fevereiro 28, 2008 by DemiennO Espírito sobrepuja a matéria, quando o Amor se torna um ideal imerso em nossa férrea vontade de fazer Dele, um destino, ainda que em vôo simples, no mundo.
Ana Flávia
Reflexão
Posted in pensamento on Fevereiro 27, 2008 by Demienn” A mente que se abre a uma nova idéia, jamais volta ao seu tamanho original ” – Albert Einstein -
Reflexão
Posted in pensamento on Fevereiro 27, 2008 by DemiennA perfeição é a Virtude em nós quando nos tornamos precipitada pureza, em busca da felicidade.
Ana F.
Reflexão
Posted in pensamento on Fevereiro 27, 2008 by DemiennUm julgamento minucioso somente os astros estão fadados a ajuizar. Somos todos nós uma pátria ainda, de densas e singelas almas.
Ana Flávia
Poentes Milhões
Posted in interior on Fevereiro 27, 2008 by DemiennCresci na infância adorando o céu eterno sobre mim se derramar.
Observei neste astro tamanho desvelo me contemplar.
Contemplei-o também, o corpo, decidido, ainda menino, lhe perseguir as verdades que nas auroras nasciam.
Muito porém o chão me sugou.
No céu contudo ilesa, permaneci e em mim, ele resolveu cair como um manto de cetim.
Aprendi que entregar-me à Vida é iluminá-lo de poentes milhões.
Não há recompensa nem prêmio, somente, tão apenas, sua alvura sobre mim ainda, fazer-me eterno milagre na madureza de vida minha.
